QUEM SOMOS

Já não basta vestir rosa ou iluminar monumentos. Espalhar informações de qualidade para toda a sociedade e acolher pacientes e familiares é o que faz diferença quando o assunto é câncer de mama, o tumor mais comum entre as mulheres. E esse é o espírito do projeto Coletivo Pink – Por um Outubro Além do Rosa.

Durante todo o mês de outubro, vamos ocupar um casarão centenário, nas imediações da Avenida Paulista, e fazer dele uma verdadeira morada para o conhecimento e a troca de experiências sobre o câncer de mama.

Somos o resultado de muitas vozes. Instituto Oncoguia, Femama, Fundação Laço Rosa, Meninas de Peito e Imama: as principais associações de pacientes oncológicos do País, juntamente com a Pfizer, acreditam no poder da união quando o que está em jogo é a conscientização sobre o tipo de câncer que mais mata mulheres em todo o mundo.

PODE VIR, A CASA É SUA!
Rua Bela Cintra, 954, Consolação, São Paulo

PROGRAMAÇÃO

Estamos prontos para receber você de quinta-feira a domingo, ao longo do mês de outubro. Durante a semana, as atividades estão voltadas para pacientes e seus familiares. E, no fim de semana, vamos abrir as portas para toda a sociedade. Escolha abaixo o melhor horário para você. Depois, convide sua mãe, tia, irmã ou vizinha: proteja a saúde das suas amigas do peito! E traga também os homens da família – o câncer de mama é uma doença que impacta todos que estão ao redor!

Preparamos um jeito muito especial de levar informações essenciais sobre a doença. Atividades interativas, debates com grandes nomes da medicina e iniciativas focadas na prevenção do câncer de mama fazem parte da nossa programação. Venha conferir!

SOCIEDADE: INFORMAÇÃO QUE EMPODERA

Se você está enfrentando a doença ou é familiar de uma paciente, vai encontrar aqui oficinas e workshops especialmente desenhados para contribuir com a qualidade de vida da família. Será, também, uma chance de trocar experiências, dar e recebe apoio. Venha!

PACIENTES: ACOLHIMENTO E REPRESENTATIVIDADE

quinta-feira, 25 out 2018
10:00
Aprendendo a desenhar as sobrancelhas e lidar com manchas na pele, ressecamento Tema: sentir-se bem, cuid...
quinta-feira, 25 out 2018
14:00
Duração: 2 horas Vagas: 20 pessoas Conteúdo: Papo sobre carreira, sucesso na profissão, dicas de emp...
sexta-feira, 26 out 2018
10:00
"Desenvolvimento humano com foco no empoderamento de mulheres com o câncer mama” – com Gleyce Persil da G...
sexta-feira, 26 out 2018
14:00
Duração: 2 horas Vagas: 20 pessoas
sábado, 27 out 2018
12:00
Atividade gratuita e educativa em que os participantes serão convocados a desvendar os fatores de risco...
sábado, 27 out 2018
14:00
Roda de conversa com todas as pacientes que passaram pela casa e um familiar acompanhante, com mediação de p...
sábado, 27 out 2018
14:00
Participe do Coletivo Pink e faça o seu próprio suco Com a Bike Pink, você usa a energia do seu próprio ex...

Câncer de Mama

O TUMOR MAIS COMUM ENTRE AS MULHERES

Você conhece alguém que já teve câncer de mama? Provavelmente sim, pois esse é o tumor mais comum entre as mulheres.

Por ano, quase 60 mil novos casos são identificados em nosso País. Ou seja: só hoje, quase 200 brasileiras descobriram que têm a doença.

Além disso, o câncer de mama também é o tipo de tumor que mais mata mulheres em todo o mundo. Só no Brasil, 15.403 pessoas morreram por causa da doença em 2015, de acordo com os dados mais atualizados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) sobre esse problema.

Por isso, é importante se informar e saber como prevenir, identificar e tratar esse tumor!

Por exemplo: você sabia que apenas de 5% a 10% dos tumores de mama estão ligados a fatores genéticos?

Ou seja, a maioria dos casos tem a ver com estilo de vida e fatores ambientais. E há muito que cada um de nós pode fazer por si mesmo para se proteger.

Fontes: Brasil. Ministério da Saúde. INCA. Estimativa 2018: Incidência de Câncer no Brasil. Disponivel em:
http://www.inca.gov.br/estimativa/2018/ (último acesso em 26 set 2018).

METÁSTASE, O QUE É ISSO?

Detectar o câncer de mama no início é muito importante. E pode aumentar as chances de sucesso no tratamento.

Mas, em países em desenvolvimento como o Brasil, um maior número de pacientes recebe o diagnóstico da doença em uma fase já avançada, o que favorece sua disseminação para outras partes do corpo. É o que chamamos de metástase.

Vale lembrar também que, mesmo quando a identificação do tumor é feita precocemente, cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem progredir para um estágio mais avançado, com o aparecimento das metástases. Ossos, pulmão e fígados são as regiões mais afetadas.

A boa notícia é que o cenário de combate à doença vem mudando.

Com o avanço da ciência, já existem tratamentos que podem controlar o tumor por vários meses ou até anos, mesmo quando o diagnóstico é feito em um estágio avançado.”

Também há alternativas com menos efeitos colaterais, preservando a qualidade de vida das pacientes.

Fontes:
O’Shaughnessy J.Extending Survival with Chemotherapy in Metastatic Breast Cancer.
The Oncologist 2005;10(suppl3):20–29

Mariotto AB, et al. Estimation of the Number of Women Living with Metastatic Breast Cancer in the United States. Cancer Epidemiol Biomarkers Prev. 2017 Jun;26(6):809-815

A FAMÍLIA E A DOENÇA

Medo e tristeza. Esses são os principais sentimentos que tomam conta de uma mulher e de sua família diante do diagnóstico de câncer de mama. Além disso, a doença provoca uma mudança profunda nas relações domésticas: do relacionamento conjugal ao dia a dia dos filhos, passando pelas finanças e pela vida profissional.

Essas são algumas das constatações de uma pesquisa recente sobre esse universo realizada pelo Instituto Provokers, a pedido da Pfizer. A partir de entrevistas com 170 pacientes e 240 familiares de nove capitais do País, a pesquisa Câncer de mama metastático: a voz das pacientes e da família traz um olhar aprofundado e diferente sobre o assunto.

Se 72% das pacientes afirmam que vivenciaram muito sofrimento ao receber o diagnóstico do tumor, essa percepção é ainda mais contundente entre os familiares: 88% deles experimentaram esse sentimento quando o câncer da paciente foi identificado. Mas, embora os familiares das pacientes se sintam fragilizados diante da doença, também representam a fortaleza emocional dessas mulheres. São eles que oferecem o conforto e o suporte necessários para o enfrentamento da enfermidade.

Ainda que o diagnóstico da doença represente um momento de dor e intenso sofrimento para toda a família, os entrevistados conseguem identificar aspectos positivos nessa situação. A maioria das pacientes afirma, por exemplo, que as pessoas já não discutem por bobagens em sua casa. E que a família ficou mais unida após a descoberta da doença.

Fonte: IFonte: Instituto Provokers – Pesquisa “Câncer de mama metastático: a voz das pacientes e da família”, veiculada em 2018

Prevenção

O excesso de peso, principalmente após a menopausa, aumenta o risco de ter a doença, pois o tecido gorduroso produz vários hormônios, entre eles o estrógeno, que está relacionado aos tipos mais comuns de câncer de mama.

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA)

DE OLHO NA BALANÇA

O consumo frequente de álcool, mesmo em baixas doses, representa um risco aumentado para a doença. Uma latinha de cerveja por dia, por exemplo, já interfere nesse processo, pois o álcool altera os níveis de estrógeno, hormônio associado à maioria dos tumores mamários.

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA)

E A BEBIDA ALCOÓLICA?

Quanto maior o período de amamentação, menor o risco para a doença. Essa proteção está associada à redução dos ciclos menstruais durante a amamentação, o que deixa a mulher menos exposta à ação de hormônios relacionados aos tumores mamários.

Fonte: Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC)

AMAMENTAÇÃO PROTETORA

Mulheres que praticam atividades físicas durante a vida reprodutiva têm menos riscos de apresentar câncer de mama do que as sendentárias. Trata-se de uma atividade que ajuda a reduzir a produção de estrogênio, hormônio relacionado à grande parte desses tumores.

Fonte: Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC)

CORPO EM MOVIMENTO

Visistar o ginecologista regularmente e fazer os exames solicitados é muito importante. A mamografia é capaz de identificar alterações que, talvez, não fossem percebidas durante o exame de palpação das mamas feito pelo médico.

Fonte: Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC)

EXAMES EM DIA

Conhecer o impacto do estilo de vida sobre a doença, aprender a reconhecer possíveis sintomas e saber mais sobre as possibilidades de tratamento são medidas essenciais A partir dessas iniciativas, o risco de a doença se espalhar para outras partes do corpo será menor.

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA)

INFORMAÇÕES SEGURAS

Existem evidências de que o tabagismo possa aumentar o risco para o câncer de mama do tipo receptor de estrogênio positivo. Os cientistas têm se aprofundado nos estudos sobre essa relação nos últimos anos e, também, já sabem que fumar é um fator de risco importante para mais de 10 outros tipos de câncer.

Fonte: Instituto Nacional de Câncer (INCA)

LONGE DO CIGARRO

Novos estudos vêm reforçando a relação entre o consumo de carne processada e o risco de câncer de mama, principalmente para as mulheres na pós-menopausa. Salsicha, bacon e salame são alguns desses alimentos.

Fonte: European Journal of Cancer

ALIMENTAÇÃO

Diversos fatores da vida moderna, como engravidar mais tarde, depois do 35 anos, podem aumentar o risco de câncer de mama. Isso ocorre porque, nessas condições, a mulher passa por mais ciclos menstruais, aumentando sua exposição a hormônios relacionados à doença.

Fonte: Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC)

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